Sam Grant editions no ZineFestPt 2018

Sam Grant Editions

Dia 3 || 18h00 || Apresentação |> Projectos de auto-edição, Women Sitting, Lambchop Lipgloss e Haunted Fuck Hole, e Sometimes a funny sea, por Sam Grant

Dizem que as ilustrações de Grant “fazem fronteira com o surreal”, enquanto as suas fotografias são descritas como tendo “uma estética retroinspirada que lembra os visuais da cultura pop dos anos 60”. Juntos, os trabalhos transmitem a imaginação de Grant e falam de uma nostalgia que antecede a sua própria. É interessante ver os dois corpos de trabalho exibidos juntos porque eles parecem ser de dois artistas diferentes com sensibilidade compartilhada. No ZineFestPt terão a oportunidade de o ver em dois espaços, na Mundo Fantasma (BD, ilustração, colagem) e no Mira Forum (fotografia).

Sam Grant > é um pintor autodidata, fotógrafo e artista de colagem de Leeds, Maine. Formou-se no Manhattanville College, Purchase em NY, em 2001. Cresceu numa grande casa de 100 anos que seu avô construiu ao longo de uma estrada de duas faixas no meio do nada, actualmente vive em Barcelona, Espanha. Autor e editor de 3 zines de banda desenhada, ilustração e colagem, e um pequeno livro de fotografia analógica. considera as suas fotografias e ilustrações como duas partes separadas de seu eu artístico, contudo reunidas numa mesma entidade tem vindo a expô-las ocasionalmente em conjunto.


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POSK – Porto Urban Skechers no ZineFestPt 2018

Desenho de Paulo J. Mendes, Porto Urban Skecthers

Dia 2 || 18h30 || Apresentação |> O Manifesto dos Urban Skethcers, pelos POSK

“Desenhamos in situ, no interior e no exterior, registando directamente o que observamos; Os nossos desenhos contam a história do que nos rodeia, os lugares onde vivemos e por onde viajamos; Os nossos desenhos são um registo do tempo e do lugar; Somos fiéis às cenas que presenciamos; Usamos qualquer tipo de técnica e valorizamos cada estilo individual; Apoiamo-nos uns aos outros e desenhamos em grupo; Partilhamos os nossos desenhos online; Mostramos o mundo, um desenho de cada vez.”

PoSk-Porto Sketchers > é um grupo informal de Urban Sketchers do Porto que se junta para desenhar. Mais do que pensar no desenho como uma técnica usam-no como uma forma divertida e diferente de viajar e percorrer o espaço. Têm encontros mensais, mas nada os impede de desenhar todos os dias, fazem workshops e expõem em diversos locais, de galerias a bibliotecas a cafés, têm como mentores o Armando Baldaia, o Jorge Guedes e o Paulo J. Mendes, mas qualquer outro que faça parte tem aqui representatividade, o que importa mesmo é o desenho, esse afinal é o grande mentor.

Perrucho, libros de papel no ZineFestPt 2018

race to the moon

Dia 1 || 18h30 || Apresentação |> Perrucho, libros de papel, e algumas das suas edições em Riso.

Este projecto vai ao encontro do valor do livro, do conceber ao fazer, à distribuição e à comercialização, sejam novos ou usados, livros de segunda mão de editoras independentes, colecionadores e com produção própria e manual, ilustrando projetos inacabados e também narrativos, filosóficos,  e de ilustração (o mais recente Martín López Lam), livros raros (Antologia da história curta americano), edições independentes  e uma parede de exposição onde agora estão as obras tipográficas da família Plómez. Desenvolvem os seus próprios projetos editoriais e alienígenas suscetíveis a se tornarem objetos impressos. Fazem pequenas tiragens de 50 exemplares.

Eugeni Machancoses e Jaime Ortega> construíram uma trincheira de adoração ao papel, um local de adoração no qual os livros são feitos e descobertos. Per (r) ucho, é uma livraria em Valência, Espanha, mas é também um lugar onde se fazem livros, tem uma oficina tipográfica e risográfica. Nas estantes de Per (r) ucho há espaço para livros e objetos de publicação especiais que não chegam a muitos lugares, por falta de distribuição para uso ou por suas edições limitadas.

As actividades da Sapata Press no ZineFestPt 2018.

Exposição de Posters da Sapata Press, no ZineFestPt 2018

Para celebrar 13 artistas foram convidados a colaborar com posters para a Sapata Press, são eles: Joana Estrela, Silvia Rodrigues, Dois Vês, Motta Press, Mao, Ana Braga, Félix Rodrigues, Tiago Manuel, Bábara Lopes, Andreia Reisinho Costa, Denise Kuperman, Filipa Namorado, Ivana Teles e Cecília Silveira.

A Sapata Press > é um novo projecto editorial sem fins lucrativos que publica bandas desenhadas de autoras de língua portuguesa. O seu objetivo é lançar plataformas de produção – fanzines, livros, posters, workshops – que abram as portas a mulheres, autorxs pertencentes a minorias e pessoas não-binárias, sejam elxs trans ou cisgénero, independentemente de raças e orientação sexual. Na senda do feminismo interseccional, tenta inverter a subrepresentação de mulheres e dissidentes de género nos espaços de produção de banda desenhada e a secundarização destxs na história.

No dia 1 a Sapata Press no ZineFestPt

17h30
|| Distribuição de cartazes |> “Marielle Presente”, 2018: réplica da ação da
Motta Press em São Paulo por ocasião da morte da ativista feminista Marielle
Franco, por Sapata Press

Marielle Franco era uma defensora de direitos humanos,
nascida e criada na favela da Maré, no Rio de Janeiro, Brasil. Foi eleita
vereadora e trabalhou incansavelmente para promover os direitos de mulheres
negras, pessoas LGBTI e jovens. A 14 de março de 2018 foi morta a tiro no seu carro.
As autoridades brasileiras mantêm-se em silêncio sobre o seu assassinato, mas
as nossas vozes ecoarão cada vez mais alto: quem matou Marielle Franco?

No dia 2 no ZineFestPt

15h00
|| Lançamento |> Série de postais “A vida portuguesa (XXI)”, 2018, da
artista Maria de Maria.

Série de postais “A vida portuguesa (XXI)” Maria de Maria (Porto) 16×16 cm Sapata Press, 2018 ———- 17h00 Lançamento no contexto do open call “A minha vizinha Madonna: histórias de gentrificação”. A Sapata Press em conjunto com a Melão Brando, Your mouth is a guillotine e a Cunt Roll zine, lança a convocatória para artistas com o tema GENTRIFICAÇÃO.

Aglaíze Damasceno no ZineFestPt 2018

Com livros, som e acções performativas!

Dia 1 || 18h00 || Apresentação |> Livro Transmissão – Ouvir AHO Vivo, 2017/2018, por Aglaíze Damasceno,

Livro de Artista, Aglaíze Damasceno no ZineFestPt

Livro a partir dos registros fotográficos e diálogos com o artista plástico Rubens Mano, durante os dois semestres do doutoramento em Arte Contemporânea, da Universidade de Coimbra. Aglaíze Damasceno > Artista plástica e sonora,  pesquisadora e curadora independente. É Doutoranda em Arte Contemporânea (Universidade de Coimbra – Portugal).  Mestra em Artes Visuais, Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (2002). Tem Licenciatura em Educação Artística pelo Centro Universitário Bennet-Rio (2004), Bacharelado em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Acre (1996). Como Artista Visual e Sonora pesquisa, desenvolve e realiza projetos relacionados ao desenho e ao campo da arte sonora. É idealizadora e coordenadora do grupo de pesquisa NAVE UFCA: Núcleo de Artes Visuais Experimental, na Universidade Federal do Cariri. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Artes Visuais, atuando nos seguintes temas: arte contemporânea, desenho, arte sonora, curadoria, arte-joalheria, cultura e design.

Dia 2 || 16h30 || Intervenção performativa na cidade |>  Draw me the sound, 2018, por Aglaíze Damasceno.

Intervenção performativa na cidade, Aglaíze Damasceno no ZineFestPt

No dia 2 será realizada uma intervenção pela cidade do Porto, nos postes de iluminação, sinalização e semáforos que, a partir do uso de um lápis, instiga a percepção do olhar e a capacidade de traduzir o som, integrando também no ZineFestPt a artista Aglaíze Damasceno actuará no espaço exterior passando pela Avenida da Boavista perto do Shopping Center Brasília onde está a acontecer o festival.

Dia 3 || 16h00 || Acção performativa |> Desenha-me sonora, 2018, de Aglaíze Damasceno,

Acção que explora a percepção/recepção do público através da poesia visual/palavra/desenho. Andar é pensar entre gestos e sons, desenhar entre espaços de formas e linhas, palavras que são movimento de aproximação e de distância, olhamos, fixamos, dizemos, fazemos, fluímos e algo fica connosco, como poética da realização todos são convidados a participar.

Dia 3 || 19h00 |> Apresentação |> Livro  AHQUI Gorjeiam (2018), de Aglaíze Damasceno.

Livro que reúne uma série sonora/gráfica com o canto dopássaro Soldadinho do Araripe, ave endêmica da região do Cariri Cearense –Brasil. O título é uma livre adaptação de um dos versos ‘… As avesque aqui gorjeiam…’ da poesia Canção do Exílio, do poeta brasileiro GonçalvesDias, escrita em julho de 1843, quando cursava a Faculdade de Direito de Coimbra.

Tildaflipers / Thomas Spicolli no ZineFestPt 2018

Dia 1 || 16h30 || Apresentação |> novo livro “borde canibal”, 2018, editado por Tren en Movimiento

Borde Canibal é uma compilação de imagens que funcionam derretimento dos limites da cidade, a fusão do centro e da periferia numa amálgama, barulhenta e silenciosa, assim se junta uma performance sonoro com uma animação em vídeo onde manipula diversas imagens e sons.

Dia 1 || 17h00 || Performance de vídeo e som ao vivo |> Tildaflipers, por Thomas Spicolli

Com apresentações ao vivo, em que misturam o vídeo e a performance, não carecem de palcos, são uma colagem de sons psicadélicos ruidístas e misturados num encontro que transcende rótulos.

Tildaflipers / Thomas Spicolli > foi formada por veteranos do hardcore e pós várias bandas de rock, sendo um marco importante no desenvolvimento da cultura DIY e arte de rua em Buenos Aires e São Paulo. O seu mentor, Thomas Spicolli, publica e colabora com fanzines e outras publicações do mundo, enquanto trabalha com diferentes bandas e organizações de caráter artístico e gráfico como designer e ilustrador.

Tildaflipers / Thomas Spicolli

Exposição Porto no Bolso, dos Urban Sketchers no ZineFestPt 2018.

Uma mostra de diários gráficos de vários elementos do grupo POSK (Porto Urban Sketchers), em que a linguagem comum são os desenhos à vista. Desenhar à mão, recorrendo a uma caneta e a um diário gráfico que se transporta no bolso, ou a uma folha de papel, privilegia sobretudo a crença na capacidade transformadora de quem percorre o espaço, que se prende com a vontade de pensar/sentir o que nos rodeia, independentemente da formação de cada um. Reflecte-se, assim, sobre os lugares e/ou situações vivenciais que nos repelem, nos atraem, nos dizem algo, nos causam surpresa, nos provocam de alguma forma, sobre a cidade em que vivemos e que tão frequentemente nos passa despercebida.

POSK (Porto Urban Sketchers) > são um colectivo de autores que desenham em diários gráficos as cidades onde vivem, os sítios por onde viajam, encontrando-se para desenhar de vez em quando e respeitam o manifesto cujas premissas enunciam:

“Desenhamos in situ, no interior e no exterior, registando directamente o que observamos; Os nossos desenhos contam a história do que nos rodeia, os lugares onde vivemos e por onde viajamos; Os nossos desenhos são um registo do tempo e do lugar; Somos fiéis às cenas que presenciamos; Usamos qualquer tipo de técnica e valorizamos cada estilo individual; Apoiamo-nos uns aos outros e desenhamos em grupo; Partilhamos os nossos desenhos online; Mostramos o mundo, um desenho de cada vez.”