Agradecimentos

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Um enorme obrigada a todos os que participaram, a toda a entrega que demonstraram do princípio ao fim, à riqueza dos vossos trabalhos, a fazerem sentir que valeu mesmo a pena,ao entusiasmo e à vontade que para o ano haja mais e conto convosco!

Um gigantesco abraço e mil agradecimentos à administração do Centro Comercial de Cedofeita (Teresa e Eduardo) por toda a disponibilidade e apoio que têm dado a este projeto, por me fazerem sentir que faz todo o sentido a minha loucura deste arriscar, entrar pela porta dentro, sentar-me em frente a eles e dizerem “vamos, para a frente é o caminho”.

Mil beijos aos amigos que me dizem tantas vezes, tantas quanto as que me questiono e até mais do que essas, “vais conseguir”, e acreditando mesmo!

Obrigada também pelas mensagens de carinho dos que não conseguiram vir a tudo, ou mesmo dos que não conseguiram, desta vez, vir a nada.

E um grande obrigado a todos os que arriscam comigo e se juntam e dizem “vamos conseguir” acreditando mesmo que somos um todo maior do que os que ficam à porta descrentes do futuro, pessimistas ou enfim, pobres de espírito. Não se consegue chegar a todos, mas talvez um dia, porque eu faço de tudo para acreditar sempre. Por isso, até a esses um pequeno agradecimento por serem poucos e insignificantes e por ainda poderem vir a ser maiores.

Haverá mais e até breve! mas depois do descanso que todos agora merecemos. Foi tão bom quanto intenso.

Beijinhos!!!

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Lançamento de uma cassete e exposição | co-produção Castelo de Pão

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Lançamento de uma cassete | co-produção Castelo de Pão
- Banana Metalúrgica, Música testada em Animais por David Saavedra e Luca Massolin

- Cérebro de Pão, Ambiente sonoro do universo da Banana
é pop-off-pop esotérico anti-esotérico, místico-cagão ritualista negacionista positivo e tecnobarroco nascido de uma fé inabalável em coisa nenhuma. É pipipipá elevado a obra de arte pelos mais rebarbados e acéfalos entusiastas da tauromaquia emocional, vulgarmente conhecida por dor de corno aguda.

“Retratos à la minuta” | Wonder Box

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- O “fotógrafo de rua” no ZineFestPt para todos os que quiserem encantar-se com uma fotografia retrato numa máquina à la minuta.

“Entre as décadas de 1920 e 1960, a figura do fotógrafo à la minutatornou-se habitué nos jardins, parques e feiras urbanas. Com a câmera-laboratório em uma mão e um balde em outra, estes profissionais ambulantes percorriam as cidades montando improvisados palcos ao ar livre para fazer a mágica fotográfica de eternizar  traços e sentimentos que o tempo e a vida se encarregariam de mudar.

Após dirigir a pose dos retratados (que posavam por vezes tendo como pano de fundo um cenário pintado, por influência dos retratos de estúdio), o retratista soltava a celébre frase  “Olha o passarinho!” e depois encarregava-se de revelar e ampliar o retrato. Tudo era feito rapidamente, ali diante dos olhos dos clientes. Através de um pano preto, as mãos dos fotógrafos adentravam a uma “misteriosa” caixa para realizar o ritual secreto de transformar pessoas em imagens em apenas 15 minutos. Em algumas regiões era necessário licença profissional para fixar-se em certos pontos da cidade, mas muitos profissionais preferiam se deslocar, carregando o seu ofício nas costas.

A itinerância do fotógrafo à la minuta é uma herança dos ferrotipistas de meados do século XIX, que se utilizavam de uma técnica fotográfica que possibilitava a produção de retratos em laboratórios ambulantes, a partir do uso de colódio húmido sobre placas de metal. Com um arsenal técnico já mais aprimorado e relativamente simples, o fotógrafo à la minuta fez de uma caixa de madeira produzida artesanalmente a sua câmera-laboratório. Esta caixa,  munida de uma câmera fotográfica, tem em seu interior dois recipientes, de um lado o fixador, de outro o revelador, e na lateral um suporte com o papel fotográfico. Por debaixo dos panos, o fotógrafo mergulha aqui e ali a fotografia, que depois será lavada com a água que leva no balde. É assim que em poucos minutos o cliente tem o seu retrato.

A fotografia à la minuta trouxe os procedimentos inagurais da instantaneidade fotográfica, que teve posterior apogeu com os autômatos, como a Polaroid e Photomaton, máquinas que deflagraram a extinção do retratista à la minuta. Hoje, quase todos estes fotógrafos abandonaram os seus postos nos jardins e parques e não deixaram herdeiros. Os dispositivos fotográficos digitais e a fotografia amadora tomaram de vez o lugar dos fotógrafos à la minuta.”

 

Workshops atelier 3/3

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Pedro Simões | Livro com matrizes em goma eva 
Criação de caderno de 8 páginas em papel palha, recorrendo a moldes/carimbos pré-feitos em goma eva.

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José Rosinhas | “EU PALAVRA - EU LIVRO” 

Os livros de artista são, como qualquer outro medium, um meio para o artista transmitir as suas ideias sobre a realidade que o rodeia ao observador/público. Assim, através dos “Livros de Artista”, da criação plástica e da imaginação, vamos criar um trabalho que reflicta o pensamento crítico sobre um tema que seja pertinente para os participantes.